6 de setembro de 2013

palavra de ordem




Quando alguém me pergunta o quê eu quero do futuro, eu não êxito em dizer, quero é ser feliz. Quem me conhece de fato sabe disso, não desejo coisas grandes, nem muito menos um belo status.

Acho bacana a felicidade no rosto do meu pai e o sorriso da minha mãe quando falo que graças a Deus estou quase na reta final da minha graduação. Fico feliz a cada passo dado e a cada conquista que me permito a vencer, mas ainda sim o quê eu busco mesmo é estar bem comigo mesma.
A verdade é que quando eu tinha 12 anos eu já sabia o quê realmente queria, hoje, quase aos 24 eu já não sei o quê quero mais. É fato, quero e vou ser jornalista. Para ser mais precisa, quero viver de escrever, ponto.

Jornalismo segue esse caminho, palavras e textos. E acredito eu que estou no caminho certo, apesar das dificuldades. Acho que quando você faz a sua parte com dedicação, ás coisas fluem. Não se faz necessário cobranças dos lados e nem de si mesmo.
Só acredito é que com o passar do tempo à gente vai percebendo que quanto mais experientes somos, menos sabemos o quê queremos de fato. Parece que temos aquele velho medo do novo, da realidade.

É diante disso, o quê nos resta mesmo é seguir, e com fé. Buscando sempre não aquilo que te trará uma conta bancaria cheia, mas sim a verdadeira paz de está fazendo aquilo que é certo, não somente para a sua família, mas principalmente para si.
As duvidas dos medos, das escolhas certas e das incertas acredito eu que já faz parte da natureza humana, é bem certo que devemos sim em meio às (in) certezas da vida buscar o que nos encaixa no nosso ‘eu’.

Quanto às recompensas materiais e profissionais elas chegam leves e soltas até nós, por merecimento e por esforço próprio é claro, mas sempre que alguém me perguntar o quê eu quero mesmo dessa vida, eu vou dizer sempre, eu quero é ser feliz. Palavra de ordem.


Samara Veras

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